INTERPI – Instituto de Terras

Interpi avança com trabalhos de georreferenciamento e cadastro em diversos municípios do Piauí

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Para abril, o Interpi já tem programada a entrega de títulos em Teresina, São Raimundo Nonato, Currais, Caxingó, Batalha e Miguel Alves.

Em um esforço contínuo para promover a regularização fundiária e garantir segurança jurídica a famílias em áreas rurais, o Governo do Estado, por meio do Instituto de Terras do Piauí (Interpi), tem intensificado suas atividades pelo estado.

Durante o mês de março, equipes de campo percorreram 18 municípios, realizando trabalhos de georreferenciamento e cadastramento, abrangendo áreas produtivas do cerrado, comunidades quilombolas e assentamentos. Mais de 1500 famílias foram cadastradas, marcando um avanço significativo nesse processo.

O diretor-geral do Interpi, Rodrigo Cavalcante, destaca a importância dessas ações. “Estamos empenhados em garantir o direito à propriedade e promover o desenvolvimento sustentável em todo o Piauí. Essas iniciativas não apenas beneficiam as famílias diretamente envolvidas, mas também contribuem para a ordenação territorial do estado e para o setor produtivo”.

Além disso, o diretor de Operações do Interpi, Leonel Lima, ressalta o comprometimento da equipe. “Nossos colaboradores têm se dedicado incansavelmente a esse trabalho tão essencial. Cada família cadastrada, cada lote georreferenciado representa mais um passo rumo à regularização fundiária e ao fortalecimento das comunidades rurais.”

Um dos municípios que se destaca nesse processo é São Raimundo Nonato, onde o engenheiro agrimensor Thiago Calaça liderou a equipe de campo. “Finalizamos os cadastros e trabalhos de georreferenciamento com sucesso. Em abril, cerca de 350 famílias terão a tão esperada entrega de títulos”, afirma Calaça, enfatizando o impacto direto dessas ações na vida das pessoas.

Para abril, o Interpi já tem programada a entrega de títulos em Teresina, São Raimundo Nonato, Currais, Caxingó, Batalha e Miguel Alves, demonstrando o compromisso contínuo com a regularização fundiária em todo o estado.

Além disso, foram finalizados os trabalhos de produção de peças técnicas para a titulação de comunidades quilombolas em Esperantina, Piripiri e Queimada Nova, marcando mais um passo importante nesse processo de reconhecimento e justiça social.

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